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Teve início na tarde desta quinta-feira (11) o protesto que envolve várias categorias em João Pessoa.
Com isso, diversos serviços como bancos e comércio começam a fechar as
portas. Escolas e alguns órgãos públicos também dispensaram o expediente
desta tarde. Os ônibus ainda estão trafegando normalmente, mas há
perspectiva de que tanto o trânsito quanto o funcionamento das linhas
tenha mudanças ao longo da tarde. O tráfego de veículos na Lagoa do
Parque Solon de Lucena já está interrompido.
A concentração dos estudantes acontece em frente ao Lyceu Paraibano,
onde cerca de 50 pessoas já estão reunidas, mas ainda sem impedir o
trânsito. Os sindicatos se reúnem na Lagoa do Parque Solon de Lucena e
os movimentos sociais na Praça Rio Branco. Todos os pontos de encontro
são no Centro da cidade.
Os três grupos pretendem se encontrar e caminhar pelas ruas do Centro, passando pelo Terminal Rodoviário e indo para a Praça dos Três Poderes, onde estão os prédios do Tribunal de Justiça da Paraíba, Assembleia Legislativa da Paraíba e o Palácio da Redenção, sede do Governo Estadual.

Um dos mobilizadores do protesto, o sindicalista Ricardo Tabosa, está
saindo de Cabedelo com um grupo de 50 trabalhadores do Porto. Ele
informou que vários outros profissionais se organizaram em caronas
solidárias e seguem na direção do Centro de João Pessoa.
Já na concentração na Lagoa, outro mobilizador, Felipe Magalhães,
avalia que a forte chuva que caiu no Centro da cidade por volta das 13h
atrapalhou a chegada das pessoas. "Como o comércio está começando a
fechar as portas, acredito que os comerciários vão aderir à mobilização e
ficar no protesto", prevê.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba, Paulo Marcelo de Lima, disse que a expectativa é de que 10 mil pessoas, incluindo trabalhadores, estudantes e militantes de movimentos populares vão às ruas de João Pessoa.
“Na nossa pauta, estão reivindicações que somam à pauta nacional, como a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, transporte de qualidade, 10% do PIB [Produto Interno Bruto] para a educação, reforma política e outras metas”, acrescentou o presidente da CUT/PB.
Paulo Marcelo disse ainda que mobilizações estão previstas para ocorrer nas cidades de Campina Grande, Agreste da Paraíba, Cajazeiras e Patos, ambas no Sertão do estado. “Espero que a nossa mobilização seja marcada pela tranquilidade. Acreditamos que, fazendo as nossa reivindicações de maneira ordeira, pacífica, elas ganham muito mais peso, muito mais qualidade”, finalizou Paulo Marcelo de Lima.
Do G1 PB
Os três grupos pretendem se encontrar e caminhar pelas ruas do Centro, passando pelo Terminal Rodoviário e indo para a Praça dos Três Poderes, onde estão os prédios do Tribunal de Justiça da Paraíba, Assembleia Legislativa da Paraíba e o Palácio da Redenção, sede do Governo Estadual.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba, Paulo Marcelo de Lima, disse que a expectativa é de que 10 mil pessoas, incluindo trabalhadores, estudantes e militantes de movimentos populares vão às ruas de João Pessoa.
“Na nossa pauta, estão reivindicações que somam à pauta nacional, como a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, transporte de qualidade, 10% do PIB [Produto Interno Bruto] para a educação, reforma política e outras metas”, acrescentou o presidente da CUT/PB.
Paulo Marcelo disse ainda que mobilizações estão previstas para ocorrer nas cidades de Campina Grande, Agreste da Paraíba, Cajazeiras e Patos, ambas no Sertão do estado. “Espero que a nossa mobilização seja marcada pela tranquilidade. Acreditamos que, fazendo as nossa reivindicações de maneira ordeira, pacífica, elas ganham muito mais peso, muito mais qualidade”, finalizou Paulo Marcelo de Lima.
Do G1 PB
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