Ainda de acordo com o secretário, a oficina já funcionava há algum tempo no compartimento conhecido como PB04, no Pavilhão 1. O serviço era prestado no local durante toda a madrugada.
Foram apreendidos cerca de 10 telefones celulares, várias baterias, material para conserto, equipamento manual de solda, extensão elétrica, chaves de fenda, entre outros equipamentos. A operação foi realizada pelos agentes penitenciários do próprio Roger e da Gerência de Inteligência (Geplasi).
“Os apenados, percebendo a dificuldade de entrarem com celulares para o interior do Presídio do Roger, encontraram outra alternativa de burlarem a Lei, promovendo o conserto de celulares quebrados e deleitosos, possivelmente, enterrados pelos apenados, visando escaparem das constantes operações pente-fino. Enquanto os apenados estão criando alternativas para driblarem a fiscalização, nossos agentes com muito trabalho e tirocínio, estão sempre a frente vencendo essa inacabável luta contra o crime organizado”, declarou Virgolino.
Do G1 PB
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